
Neste segundo artigo, não me utilizo de um exemplo único, de um acontecimento, para dissertar em relação a defesa da fé. Na verdade tomo como base o "conjunto da obra". Tudo que vem acontecendo em nosso país e no mundo. Todos os fatos que nos revoltam e nos fazem desacreditar cada vez mais nos homens, em especial naqueles que nos governam. Percebam que não quero aqui fazer discursos político-partidários, ou qualquer outro tipo de inflamação política. Contudo, na atual conjuntura não há como falar de valores, sem no final acabar falando daqueles que deveriam ser exemplo para toda a sociedade.
Estamos vivendo em uma época, onde a busca desmedida pelo lucro faz-se presente de maneira onde não respeita-se sequer a vida humana. É bom lembrarmo-nos que a avareza e a vaidade são pecados capitais, e não à toa. Para lucrar, as empresas e as pessoas não medem esforços, em compensação, para ajudar um irmão necessitado muitos viram o rosto. Não podemos esquecer que o capitalismo desmedido não acontece de hoje. Jesus tinha como um dos apóstolos, Mateus, um cobrador de impostos. E mais uma vez Jesus mostra sua infinita misericórdia, ao dizer que:" quem se eleva, será humilhado, e quem se humilha, será elevado." Lc 18, 14.
O que acontece hoje, é uma imensa inversão de valores. Quem deveria proteger, causa dor. Quem deveria se preocupar conosco, nos ignora buscando adquirir apenas benefícios para si. Quem deveria trabalhar em função do povo, aparece na televisão fazendo deboche com as dificuldades alheias. E todos esses problemas surgem resultantes da ausência de uma formação humana, voltada pra Cristo, que mesmo que não O tenha como centro, carrega os valores pertinentes ao respeito com os nossos irmãos. Nossos jovens já crescem com o pensamento de serem bem sucedidos, custe o que custar. Acreditam estar acima do bem e do mal. Se os valores humanos, cristãos, católicos fossem ensinados dentro de casa, com certeza não teríamos esses mesmos jovens espancando domésticas e motoristas de ônibus.
Em contrapartida, os jovens pobres e segregados são os principais alvos da marginalidade. Muitas vezes sem opção de estudo, sem saúde e sem futuro, acabam por se envolver e viver à margem da lei. No entanto se esta mesma formação humana que citei acima estivesse presente na educação destes jovens mais pobres, sua condição social não seria justificativa para a marginalidade.
Acredito que a mídia tem papel importante na influência da formação humana. Quantos brasileiros estão na frente da televisão na hora das novelas? Quantas crianças e jovens? E o que eles assistem? Famílias desestruturadas, assassinatos, sexo, casais homossexuais vivendo como se fosse a atitude mais normal do mundo. Parentes dando golpes em parentes. Não me recordo direito, mas acho que a última vez que vi um padre em uma novela este "largou a batina" para ficar com uma mulher. Por que não mostramos famílias católicas, estruturadas, que amam Deus e seus irmãos, pessoas que são bem sucedidas pois trabalharam e mereceram?
E qual o papel da Igreja nesta formação? Todo! Os ensinamentos transmitidos por Jesus, que perduram até hoje são o alicerce da formação humana. Se todos nós seguíssemos os mandamentos, o mundo seria perfeito, mas não é isso que acontece. Todavia a santa igreja, não pode assumir uma função que não é dela. O Vaticano não é culpado pela falta de escolas, de saneamento, de saúde, pela fome. Isto é culpa da ausência dos poderes em suas três esferas: federal, estadual e municipal. É óbvio que temos que olhar pelos nossos irmãos menos favorecidos, mas não podemos e não temos como assumir uma função que não é nossa. Escutei alguém dizer que a igreja é muito rica e podia vender seus bens. Tudo bem! Então vamos vender tudo. Vamos perder nossas sedes administrativas, vamos ficar sem local para celebrar a Eucaristia. E vamos saciar a fome do mundo por no máximo uma semana. A fome vai continuar e a igreja não terá mais nada. Insisto, a igreja não pode assumir o papel do estado.
Enquanto a formação humana, que por muitas vezes foi recebida e esquecida, ou que nunca existiu, não for base da atitude de todos, continuaremos com os mensalões, com a violência, com o caos aéreo, com o deboche da ministra, com a fome, com a dor e com a revolta de enterrar nossos parentes.
Precisamos assimilar e anunciar a o grande valor da formação que nos foi passado pelo próprio Jesus:
-"Ama o Senhor teu Deus sobre todas as coisas e ao próximo como amas a ti mesmo."
Assim teremos dias melhores, repletos das graças de Deus.
Deus abençoe você, e São Jorge Mártir lhe proteja!
Forte abraço,
Rafael Barros.
Esta foto foi tirada na entrada do campo marte para a missa de canonização de São Galvão. Momento muito especial para o maior país católico do mundo.
O que acontece hoje, é uma imensa inversão de valores. Quem deveria proteger, causa dor. Quem deveria se preocupar conosco, nos ignora buscando adquirir apenas benefícios para si. Quem deveria trabalhar em função do povo, aparece na televisão fazendo deboche com as dificuldades alheias. E todos esses problemas surgem resultantes da ausência de uma formação humana, voltada pra Cristo, que mesmo que não O tenha como centro, carrega os valores pertinentes ao respeito com os nossos irmãos. Nossos jovens já crescem com o pensamento de serem bem sucedidos, custe o que custar. Acreditam estar acima do bem e do mal. Se os valores humanos, cristãos, católicos fossem ensinados dentro de casa, com certeza não teríamos esses mesmos jovens espancando domésticas e motoristas de ônibus.
Em contrapartida, os jovens pobres e segregados são os principais alvos da marginalidade. Muitas vezes sem opção de estudo, sem saúde e sem futuro, acabam por se envolver e viver à margem da lei. No entanto se esta mesma formação humana que citei acima estivesse presente na educação destes jovens mais pobres, sua condição social não seria justificativa para a marginalidade.
Acredito que a mídia tem papel importante na influência da formação humana. Quantos brasileiros estão na frente da televisão na hora das novelas? Quantas crianças e jovens? E o que eles assistem? Famílias desestruturadas, assassinatos, sexo, casais homossexuais vivendo como se fosse a atitude mais normal do mundo. Parentes dando golpes em parentes. Não me recordo direito, mas acho que a última vez que vi um padre em uma novela este "largou a batina" para ficar com uma mulher. Por que não mostramos famílias católicas, estruturadas, que amam Deus e seus irmãos, pessoas que são bem sucedidas pois trabalharam e mereceram?
E qual o papel da Igreja nesta formação? Todo! Os ensinamentos transmitidos por Jesus, que perduram até hoje são o alicerce da formação humana. Se todos nós seguíssemos os mandamentos, o mundo seria perfeito, mas não é isso que acontece. Todavia a santa igreja, não pode assumir uma função que não é dela. O Vaticano não é culpado pela falta de escolas, de saneamento, de saúde, pela fome. Isto é culpa da ausência dos poderes em suas três esferas: federal, estadual e municipal. É óbvio que temos que olhar pelos nossos irmãos menos favorecidos, mas não podemos e não temos como assumir uma função que não é nossa. Escutei alguém dizer que a igreja é muito rica e podia vender seus bens. Tudo bem! Então vamos vender tudo. Vamos perder nossas sedes administrativas, vamos ficar sem local para celebrar a Eucaristia. E vamos saciar a fome do mundo por no máximo uma semana. A fome vai continuar e a igreja não terá mais nada. Insisto, a igreja não pode assumir o papel do estado.
Enquanto a formação humana, que por muitas vezes foi recebida e esquecida, ou que nunca existiu, não for base da atitude de todos, continuaremos com os mensalões, com a violência, com o caos aéreo, com o deboche da ministra, com a fome, com a dor e com a revolta de enterrar nossos parentes.
Precisamos assimilar e anunciar a o grande valor da formação que nos foi passado pelo próprio Jesus:
-"Ama o Senhor teu Deus sobre todas as coisas e ao próximo como amas a ti mesmo."
Assim teremos dias melhores, repletos das graças de Deus.
Deus abençoe você, e São Jorge Mártir lhe proteja!
Forte abraço,
Rafael Barros.
Esta foto foi tirada na entrada do campo marte para a missa de canonização de São Galvão. Momento muito especial para o maior país católico do mundo.
